quinta-feira, 23 de maio de 2013

COMO IDENTIFICAR SE ESTÁ RECEBENDO UM BOM COACHING


COMO IDENTIFICAR SE ESTÁ RECEBENDO UM BOM COACHING


O coaching é uma das melhores formas de desenvolvimento profissional que existem. Ainda assim, muita gente duvida dessa modalidade de treinamento pessoal. Isso ocorre porque as pessoas ou desconhecem o processo ou passaram por uma experiência ruim com um picareta. Afinal, esse mercado se tornou um filão lucrativo, atraindo muita gente despreparada para atuar como coach. Mas como saber se você está diante de um bom orientador? Confira as dicas a seguir.
Sensação de descoberta
Uma forma de saber se você está diante de um bom coach é notar se ele faz perguntas e dá feedback. Existe, porém, algo além disso. O processo pode ser doloroso ou motivador: quando é motivador é coaching, quando é doloroso é só enganação. O coaching é motivador porque o cliente descobre possibilidades onde antes só enxergava velhas soluções, e isso traz uma agradável sensação de realização. Mas como isso funciona?
Na verdade, todos os que já experimentaram essa sensação de descoberta já sabem a resposta de forma intuitiva desde a escola. Naquela época, ao ajudar um colega com uma matéria, descobrimos que sabíamos mais do que pensávamos saber, pois o ato de transformar pensamentos em linguagem nos faz “reinventar” o que já sabemos. O mesmo ocorre em um processo de coaching. Mas isso acontece com todos ou só é bom para alguns?
Processo livre
O coaching é uma escolha, pois o processo de reflexão e de transformação precisa ser livre, e não submisso. No caso de processos de coaching organizados pelas empresas, o patrocinador deve ficar atento se o executivo está passando pelo processo realmente por livre escolha ou se está se submetendo com receio de ficar “mal na foto”. No caso de o processo ser por livre escolha, os resultados podem ser inúmeros, desde o aumento de autonomia, passando pelo desenvolvimento de competências até a reinvenção do profissional. Tudo depende de até onde vai a vontade de se aprimorar.
Ferramenta e feedback: ruim
O que vem acontecendo no mercado é o que chamo de “uma ferramenta e umas feedbecadas”. O processo começa com a aplicação de uma ferramenta de análise de perfil seguida de poucas reuniões de feedback. Um coach recém-formado facilmente vende o processo, que é barato para a empresa, aparentemente, e seguro para o coach, porque o receio de estar frente a frente com o cliente e não saber o que dizer ou fazer fica camuflado pelo uso do relatório, que promete avisar ao cliente em que ele precisa ser corrigido. A falácia é: se a emenda não vem, o problema é o relatório ou o cliente que não soube aproveitar o processo, e não o coach. Os executivos que passam por essa “feedbecada” não mudam.
É roubada quando…
O processo é pré-formatado, por exemplo, com 12 sessões predefinidas e cada uma abordar um assunto. Ora, é impossível formatar um processo de desenvolvimento de pessoas de maneira rígida e inflexível. O resultado é que geralmente após os encontros o coach vai embora e o coachee volta ao que era antes. Isso ocorre porque o coach se arvorou a conhecer qual o melhor processo de desenvolvimento para o cliente e, assim, traiu a principal premissa do coaching que é “só o cliente sabe o que é melhor para ele”.
Como escolher o coach
Se você está buscando um coach, preste atenção à formação dele. Saiba, porém, que só ela não é suficiente. Entreviste o coach e pergunte quem foi o supervisor dele e quem foi seu coach. Se ele nunca “precisou” de um coach, cuidado. Será que ele pensa que só precisa de coaching quem tem problemas e, portanto, ele, coach, não precisa? Fique atento, pois esse não é o profissional que você procura.
O que ele deve saber
Um coach não precisa ser um especialista, só precisa conhecer a técnica e suas limitações. Ele não precisa conhecer o negócio, nem o segmento no qual a empresa atua, mas precisa distinguir culturas organizacionais e entender que nem tudo que é bom para o varejo é bom, por exemplo, para o executivo de óleo e gás.
Só para problemáticos?
Coaching não é para os problemáticos, pelo contrário. É realmente voltado a quem quer ir além do que é esperado dele, pois sente que tem potencial para se desenvolver. É verdade que algumas vezes, apesar do coachee querer muito, o clima na organização não o deixa seguro com relação à confidencialidade do processo, acreditando que o que for dito para o coach vá chegar ao conhecimento do chefe, que passam o processo todo fazendo teatro. Por isso, é importante que a empresa informe ao coach os resultados que vêm sendo alcançados, pois fazer teatro o tempo todo é impossível.
Peça uma demonstração
Outra forma de distinguir um bom coach de um ruim é solicitar referências e uma demonstração. Até o RH que está contratando coaches para os executivos de sua empresa deve solicitar uma demonstração. Se ao fim da conversa perceber que descobriu uma resposta de valor, que não foi um conselho (o que seria consultoria) nem um ensinamento (o que seria mentoring) do coach, então pode contratar o profissional para a empresa. O coach não precisa conhecer o negócio, mas precisa conhecer a técnica e suas limitações e distinguir culturas empresariais diferentes
Fonte: Portal Exame
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GESTÃO DE COMPETÊNCIAS


GESTÃO DE COMPETÊNCIAS – IDENTIFICAR PARA DIRECIONAR



Uma empresa pode caminhar por algum tempo sem traçar estratégias sólidas para o desenvolvimento da organização, mas não chegará muito longe se não construir um plano de desenvolvimento efetivo. Todo processo, embora requeira tempo e dedicação para ser formatado é fundamental para que as empresas se posicionem de maneira assertiva no mercado.
Este posicionamento é importante também para que líderes, gestões e colaboradores visualizem o cenário em que estão inseridos e, entendam o papel e a importância de cada um, dentro da corporação. A Gestão de Competências é fundamental nesse processo. Esse trabalho inclui identificar, selecionar, desenvolver e potencializar as competências coletivas e individuais dos colaboradores e, adequá-las às necessidades e demandas da empresa.

Identificar para potencializar resultados

Muitos profissionais, embora tenham formações específicas, muitas vezes podem sair-se melhor em outros setores, que não aquele onde estão na empresa. Neste sentido, cabe aos gestores, lideranças em conjunto com o departamento de recursos humanos fazer esse mapeamento de competências.

Ferramentas de avaliação de competências

Deste modo é possível identificar e habilidades, direcionar as ações e criar um ambiente favorável para que estes colaboradores possam desenvolver seu potencial e, com isso, a organização possa alcançar os resultados esperados. Umas das metodologias usadas para fazer essa avaliação de competências é o sistema Assessment, muito utilizado por profissionais e organizações.
O Coaching Assessment é uma ferramenta para se obter informações de como colaboradores, equipes, lideranças, executivos, diretores ou ceo’s funcionam, ou seja, quais são suas tendências de comportamento. A partir desse mapeamento de tendências comportamentais é possível detectar gaps de desenvolvimento e direcionar, com assertividade, cada profissional para o setor da empresa em que poderá desenvolver melhor seu potencial e competências.
O instrumento Coaching Assessment é aplicado através de um questionário, online ou offline, de forma prática e objetiva. A avaliação leva de 07 a 10 minutos, e fornece dezenas de informações sobre a forma de atuação do mapeado. Além disso, o sistema Assessment é muito utilizado em processos de seleção, onde efetivamente cada empresa direciona a ferramenta para identificar quais dos candidatos em questão têm o perfil adequado à vaga e à organização.
Construir um planejamento organizacional de sucesso depende, entre muitos fatores, de como a empresa conduz esse processo,  alinha  a teoria à prática e dissemina sua cultura. Toda esta definição influencia diretamente na forma como os colaboradores são liderados.
Líderes, gestores devem estar atentos e acompanhar de perto o desenvolvimento de seus profissionais . Isso representa identificar suas qualidades, pontos de melhoria, potenciais e administrá-los de forma a maximizar seus resultados. A Gestão de competências é uma ferramenta efetiva, e hoje só erra a quem a ignorar. Fique atento!
Fonte: José Roberto Marques - Blog Carreiras

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Hoje é comemorado o Dia da Reciclagem!


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