domingo, 2 de junho de 2013


Você sabe o que é inteligência competitiva?

Você sabe o que é inteligência competitiva?

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Inteligência competitiva: É um processo dentro da empresa onde um profissional ou uma equipe trabalham com pesquisa e levantamento de…

Primeiro vamos definir o que é  ”inteligência” . Inteligência é a capacidade que nos temos com base naquilo que já sabemos resolver novos problemas.

Inteligência competitiva: É um processo dentro da empresa onde um profissional ou uma equipe trabalha com pesquisa e levantamento de dados do mercado em que atua, informações sobre a concorrência, sobre seus clientes e tendências e com base nestes dados são tomadas decisões táticas ou estratégicas dentro da empresa.
Qual o objetivo do processo de inteligência competitiva?
O objetivo da inteligência competitiva é antecipar situações para tomada de decisões e principalmente andar a frente da concorrência, pois quem inova primeiro sai na frente. Para isso é muito importante buscar o máximo possível de informações sobre o mercado e ter habilidade de ler nas entrelinhas as possíveis tendências de mercado, situações econômicas, mudança no perfil do consumidor o porque o concorrente lançou um determinado produto, serviço e etc.
Como e onde encontrar estas informações?
A primeira coisa que um profissional de inteligência competitiva deve ter em mente é nunca desprezar nenhuma informação, as vezes a pessoa que você menos imagina pode lhe dar uma informação muito relevante que pode mudar a estratégia de sua empresa. De atenção a todos, amigos, pessoas de dentro da empresa.
As informações estão em toda parte, nos seus clientes, representantes, concorrentes, na internet jornais, revistas, porém o profissional deve acima de tudo obter esta informações de forma ética, sem praticar espionagem ou qualquer outra forma de se obter dados ilícitos. Ele deve saber ler, interpretar e filtrar estas informações para que posteriormente a empresa tome as decisões corretas.
Perfil do Profissional
Cada vez mais as empresas estão buscando este tipo de profissional que precisa ser alguém curioso, que esteja familiarizado com a empresa setor econômico e etc. Tem que saber traduzir o que esta acontecendo no mercado, o que o cliente está demandado para justamente fazer com que a empresa consiga acompanhar estes movimentos. Não precisa ser necessariamente um profissional formado em Humanas, Exatas, tem que saber buscar as informações, interpretar, filtrar e levar para a empresa analisar e tomar as decisões.
A aplicação do processo
A inteligência competitiva vem sendo aplicada a todo tipo de empresas desde grande, média ou pequena. As 500 maiores empresas americanas tem um profissional dedicado monitorando isso full time. O processo em tese é simples, porém com já dito tem que ser um profissional com astucia, pois, decisões importantes serão tomadas com base em sua análise de dados.
Vantagens da aplicação deste processo
- Minimizar surpresas advindas dos concorrentes.
- Identificar oportunidades e ameaças.
- Obter conhecimento relevante para formular nosso planejamento.
- Aprender com os erros, acertos e apostas da concorrência.
- Compreender que tipo de impacto nossas ações estratégicas terão sobre nossos concorrentes
- Compreender a repercussão de nossas ações no mercado.
- Rever e realinhar nossa estratégia.
- Garantir meios para uma maior sustentabilidade do nosso negócio.
Conclusão
Uma empresa para manter-se competitiva no mercado deve se antecipar aos seus concorrentes, ser pró-ativa e não reativa, ou seja, reagir somente quando seu concorrente toma alguma postura no mercado.
As empresas que utilizam de forma correta o processo de inteligência competitiva enxergam mais rápido as tendências de mercado e implantam mudanças e inovações com mais eficácia que seus concorrentes. Estas empresas são percebidas como visionárias pelo mercado. Os clientes percebem que elas os entendem e ”advinham” o que eles desejam, apresentando inúmeras vezes, algo surpreendente que os encanta, sobre o qual eles nem haviam pensado (inovação).
Fonte: GuiaMetal

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11 ATITUDES QUE PODEM ACABAR COM A MOTIVAÇÃO DE SUA EQUIPE

11 ATITUDES QUE PODEM ACABAR COM A MOTIVAÇÃO DE SUA EQUIPE

Muito se fala sobre motivação no trabalho, mas poucos são os gestores que realmente entendem e adotam essa prática no dia a dia de uma organização. Enquanto alguns erram por falta de habilidade, outros tropeçam pela pouca ou má experiência em gestão.

“São profissionais que não se desenvolveram por falta de experiência no mercado ou por terem tido um péssimo líder ou modelo de gestão”, explica o diretor Executivo da Thomas Case & Associados/Case Consultores, Marshal Raffa.

A falta de um bom modelo pode ser tão prejudicial que, não raro, pode comprometer toda uma operação. “Liderança não é um item que se compra no mercado: ou se nasce com ela ou não. Um mal líder gerencia mal e, com isso, desmotiva sua equipe impactando diretamente nos resultados de uma organização”, diz o diretor e consultor da Daryus Consultoria e Treinamentos, Marcos Assi.
Segundo ele, não basta só ter boa vontade, é preciso ter perfil de gestor. “Algumas empresas até investem em treinamentos de gestão, mas não adianta. Quem nasce com o perfil de liderança se aprimora, já quem não nasce pode passar sete anos em treinamento que jamais será um bom gestor”, diz.

Como deve ser para se tornar um bom líder, o profissional precisa saber ouvir sua equipe, discutir ideias em conjunto, ser humilde em certos pontos e admitir que não sabe tudo e, principalmente, estar presente para e por sua equipe.

“Quem trabalha com um líder ausente questiona o trabalho do gestor e, não raro, se pergunta se seu líder finge não enxergar os problemas do setor ou se realmente não está vendo nada, o que pode ser pior ainda”, comenta Raffa, que atribui ao gestor uma outra habilidade: a de perceber o clima organizacional entre os seus subordinados.

Detone a Equipe
Assim, se você ficou interessado em saber se realmente está sendo um bom líder e se está motivando adequadamente sua equipe, confira à seguir, as dicas do que não fazer no trabalho que o Portal InfoMoney preparou para você.

Faça uma avaliação surpresa: igual a prova surpresa dos tempos de colégio, uma avaliação de desempenho repentina só pode ser pior que uma sem critérios. Todos querem saber como melhorar, entretanto, deixar um feedback para os 45 minutos do segundo tempo apenas serve para desmotivar os membros de uma equipe. O erro pode revelar ainda um outro problema: a falta de planejamento do gestor que deixou de dar um feedback ao contratado anteriormente: a de que ele joga sozinho e teme conferir autonomia aos seus subordinados. “A atitude não só desmotiva a equipe, mas também passa a impressão de que o time é incompetente e incapaz de tomar decisões”, diz Assi.

Time do "eu sozinho": detalhar demais como uma tarefa deve ser cumprida ou dar uma ordem sem explicar a importância do prodecimento em questão são formas de microgestão e revelam uma característica negativa do gestor, ou seja, que ele joga sozinho e teme dar autonomia aos subordinados. "Essa decisão não só desmotiva a equipe mas passa a impressão que o time é incompetente e incapaz de tomar decisões", diz Assi.

Critique em público: críticas devem sempre ser feitas em particular, preferencialmente em uma sala reservada longe do olhar de outros membros da organização. O tom de voz também é importante, afinal, de nada adianta uma conversa em uma sala restrita se todos puderem ouvir o que está sendo dito lá dentro, não é mesmo?

Recompense quem não seguir as exigências: se você exige um comportamento de sua equipe, não cometa o erro de premiar aqueles que não atendem as exigências. Se a equipe for injustiçada, mais cedo ou mais tarde alguém pagará por isso e não estranhe se esse alguém for você. O próprio Assi conta que já trabalhou em uma empresa de software que valorizava um ambiente estável, mas que premiava, sem perceber, profissionais que causavam erros propositais para consertá-los depois. “Com isso, os certinhos começaram a criar bugs para atrair a atenção”, diz.

Determine metas inatingíveis: muitos gestores acreditam que, sem prazos, as pessoas relaxam e para contornar a situação, determinam metas para ver a equipe dar tudo de si. De fato, muitos farão de tudo para alcançar uma meta viável mas, se por alguma razão acharem que aquilo é impossível, a motivação irá por água abaixo.

Pergunte e ignore: ao perguntar para sua equipe o tempo que alguém levará para realizar uma tarefa, anote e respeite. No máximo, negocie os prazos. Cortar o colaborador enquanto ele fala é um grande equívoco. “Ao agir desta maneira o líder desmotiva o funcionário por determinar um prazo inatingível, por ignorar seu julgamento profissional e por ridicularizá-lo publicamente. No final, a equipe estará mais interessada em não cumprir o prazo para provar que o gestor estava errado do que em atender a meta”, explica.

Tratamento VIP: chefes não precisam tratar todos os subordinados da mesma forma, mas devem tratá-los com igualdade. Por isso, mesmo que tenha mais simpatia por alguém da equipe, não faça distinção.

Solte frases vazias: esqueça aquela lista interminável de frases teoricamente motivadoras como "apenas faça!", “pense fora da caixa!" e "falhar não é uma opção!". Em alguns casos, artifícios como esses podem até funcionar, mas soltar frases vazias diante de um problema real soa para os colaboradores como falta de habilidade para o cargo de gestão.

Mostre que sua equipe é um custo: tratar a equipe como custo para a empresa é um dos principais desmotivadores de uma organização. Se a redução de custos estiver atrelada a redução de pessoal então, pior ainda. Neste caso, a mensagem recebida pelos colaboradores será de que a mão de obra da empresa não é formada por pessoas, mas sim por investimentos.

Faça um ranking dos melhores: ao colocar os colaboradores em um ranking, a companhia não só passa a mensagem de que valoriza apenas quem está no topo, mas também de que os últimos classificados podem ser fortes candidatos à "dança das cadeiras" no próximo corte. Por isso, fuja das listas.

Não confie em ninguém: se uma pessoa da empresa abusar da confiança da companhia e se exceder em algum gasto, lembre-se que isso não deve ser motivo para reforçar o policiamento sobre os demais. “Trabalhei para uma empresa na qual duas pessoas abusaram da política de uso do táxi. Depois do incidente, a vice-presidente decidiu que ela teria de aprovar pessoalmente qualquer despesa de mais de cinco dólares. Ficou claro que ela pensava que ninguém na companhia era confiável”, lembra Assi.

Fonte:  Eliana Quinalia - InfoMoney

 

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Natura se tornou uma das maiores empresas do Brasil.

 

Para a Natura, chegou a hora de mudar


Com sua receita baseada num exército de 1,5 milhão de vendedores, a Natura se tornou uma das maiores empresas do Brasil. Por que, então, está começando agora a maior transformação de sua história?

Michele Loureiro, de EXAME

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A Lei do Sucesso


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