sexta-feira, 3 de maio de 2013

HOBBY & CIA.


HOBBY & CIA.


Rotinas, prazos, pressões, desafios, muitos aspectos no mundo do trabalho conspiram para a fadiga, o tédio e o estresse. Não há uma receita para se blindar contra esse desgaste. Mas uma coisa é certa: todos nós precisamos de paradas estratégicas.
Essas pausas fazem bem à saúde física e mental, e muitas delas são atitudes simples, a exemplo de alongamentos, mudança de ambiente, almoço fora da empresa, leituras, etc.
Nessa linha, ter um hobby é essencial. E as opções são muitas: ciclismo, pintura, fotografia, música, culinária, enfim: qualquer atividade que dê prazer! Além de restaurarem nossas energias e nos divertirem, os hobbies também são uma fonte de conhecimento e de novas sociabilidades.
Author: minuto

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"O que VOCÊ FAZ
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COACHING COMO CONSULTORIA EM RECURSOS HUMANOS


COACHING COMO CONSULTORIA EM RECURSOS HUMANOS

 

Para auxiliar na condução da gestão do capital humano dentro das organizações, os profissionais em Recursos humanos vêm aderindo ao Coaching como forma de consultoria. Ao contratar um Coach Profissional, ou uma empresa especializada em Coaching, a organização estará adquirindo um serviço que lhe trará benefícios a curto, médio e longo prazo.
O Coaching é um processo de desenvolvimento de habilidades e capacidades, que visa a aceleração de resultados, tanto pessoais como profissionais. Atuando como consultoria para recursos humanos, o Coaching conduzirá colaboradores, equipes, gestores e líderes ao alinhamento de seus resultados com os objetivos da organização.

Coaching como Consultoria – O Processo

Primeiramente é realizado um diagnóstico do perfil comportamental de cada profissional através de questionários, testes e conversas individuais e em grupo, que permitirão ao Coach, obter uma visão sistêmica de todo o funcionamento da organização.
Ali serão apontados os pontos fortes e os pontos de melhoria a serem trabalhados, além de outros aspectos como gestão de tempo, definição de metas e objetivos, foco, planejamento estratégico, desenvolvimento de planos de ação entre outras.
Habilidades como: comunicação, inteligência emocional, flexibilidade, autocontrole, autoconhecimento, autorreflexão, visão sistêmica, relacionamento interpessoal, são aprimoradas durante o Coaching.
O objetivo é que sejam construídos planos de ações efetivos com metas realistas e bem definidas. E mais. Que cada colaborador se sinta parte dos processos de trabalho, sendo responsável pelas etapas cumpridas e pelas metas alcançadas dentro das organizações.
A implantação da cultura e filosofia de Coaching nas organizações é comprovadamente um diferencial competitivo no mercado, pois colaboradores satisfeitos e motivados são muito mais produtivos. Invista em Coaching.
Fonte: José Roberto Marques - Instituto Brasileiro de Coaching


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Interessados, acessar o link e cadastrar o CV

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Como saber se eu sou ou não um profissional bem-sucedido?



Ser gerente até os 30 anos? Diretor até os 40? Ganhar um milhão de dólares antes dos 35 anos? Ter vivenciado uma carreira internacional?
Segundo o dicionário Michaelis de Português, “bem-sucedido” significa “que teve bom êxito”. E “êxito”, por sua vez, significa “sucesso final, resultado feliz”.
Quando utilizamos as palavras “sucesso” e “feliz” acrescentamos um tom muito pessoal à definição de bem-sucedido. Isto porque sucesso e felicidade têm diferentes significados entre as pessoas. Arrisco a dizer que quase cada um tem o seu próprio significado.
Se isto é verdade, saber se você é bem-sucedido ou não é mais um julgamento SEU do que das outras pessoas.
Parece papinho motivacional, mas é a pura realidade. Muitos podem achar que se não “deram certo” na carreira até determinada idade, é impossível se tornar bem-sucedido depois. Lembre-se, o livro “O Diário de um Mago” – considerado talvez o primeiro grande sucesso de Paulo Coelho – foi escrito quando ele tinha 40 anos e o Grande Sertão: Veredas – de Guimarães Rosa – quando este tinha 48 anos!
E com certeza estas duas obras carregam e traduzem – de alguma maneira – todo o aprendizado com erros e acertos que estes dois autores incorreram até aquele momento, quando a carreira era “menos bem-sucedida”.
A comparação entre sua carreira e a de outros profissionais que lhe cercam é natural e sempre existirá. Mas para saber se você é mais ou menos bem-sucedido do que outro profissional, é preciso saber qual é o seu objetivo. Se o seu objetivo não é o mesmo do seu colega de trabalho, não faz sentido você comparar sua trajetória profissional com a dele.
Vocês podem ser pares em um trabalho que desempenham papéis diferentes na trajetória profissional de cada um. Peter Drucker – pai do management – foi executivo do mercado financeiro, mas ao contrário de muitos de seus colegas e pares da época, destacou-se profissionalmente como acadêmico e consultor de negócios, não como executivo.
Se você quer ser bem-sucedido, é preciso ter um propósito, um objetivo a ser alcançado. Sem isto, como você saberá que obteve êxito?
Só ir trabalhar toda segunda-feira para cumprir uma carga horária e pagar sua contas ao final do mês com certeza não fará de você um profissional bem-sucedido.
Seja seu objetivo financeiro, de conhecimento, transformação da sociedade ou cuidado com o planeta, não importa. Ser bem-sucedido significa que você obteve (ou vem obtendo) sucesso no alcance deste objetivo.
E se isto está acontecendo não tem jeito: você sentirá a sensação de sucesso final, missão cumprida. Ou simplesmente, felicidade. O que quer que isto signifique para você.
Fonte: Marcelo Cuellar

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BANCO DE TALENTOS EM SUAPE/PE


CADASTRO - BANCO DE TALENTOS EM SUAPE/PE

A Secretaria de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo do Governo de Pernambuco – STQE

Tem como objetivo ampliar o acesso da população ao mercado de trabalho, qualificando, preparando e intermediando os cidadãos para concorrerem e ocuparem vagas de emprego e para se aperfeiçoarem como empreendedores.
O Complexo Portuário e Industrial de SUAPE, com sua moderna estrutura e o grande poder de atração de investimentos, ocupa, no cenário do desenvolvimento de nosso estado, relevante posição na geração de postos de trabalho.

Com o objetivo de otimizar o atendimento às políticas públicas de qualificação e encaminhamento para  processos de seleção para as vagas ofertadas, no âmbito das  empresas do Complexo, a partir desta data, encontra-se disponível um novo sistema informatizado de Cadastramento de Talentos.

O novo sistema tem como principal objetivo formar um banco de talentos e proporcionar de forma segura e sigilosa um encaminhamento mais eficiente dos currículos do banco, compartilhado as informações profissionais com o perfil da vaga ofertada pela empresa.

Para se cadastrar e enviar o currículo, o candidato deve clicar neste link.
Cadastra-se, participe do banco de talentos. 

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Pessoas com deficiência: entre a lei e a realidade


Pessoas com deficiência: entre a lei e a realidade

Viajar pela Europa de mochila nas costas, sem lenço nem documento, é o sonho de muitos. Defender sua empresa perante sindicatos, nem sempre agradáveis, é um desafio profissional e tanto. E realizar tudo isso com 20% de visão em apenas um olho?

Foi assim que Paulo Henrique Cordeiro dos Santos, 27 anos, analista de contratos da Duke Energy, empresa de geração de energia, passou suas últimas férias e deu um susto aos presentes na reunião do sindicato ao tirar sua lupa e ler, em alto e bom tom, a ata do encontro. Após passar por muitas dificuldades, ele conseguiu seu lugar no mercado de trabalho somente depois de um treinamento na ONG Laramara, onde aprendeu os procedimentos para o uso de computadores e as tecnologias em ortópticas existentes. “Não conseguia me integrar ao mercado de trabalho formal. Quando procurava emprego era ignorado”, conta.

A dificuldade em encontrar emprego afeta milhares de pessoas no Brasil que apresentam alguma deficiência, apesar da Lei 8.213, conhecida como a Lei das Cotas para Deficientes, de 1991. A lei obriga as empresas a preencherem entre 2% a 5% dos cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. Mas isso pode não ser uma tarefa fácil.

Um dos principais problemas é a acessibilidade. “Pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e com deficiência intelectual são as que mais têm dificuldade para encontrar trabalho, porque a maioria das empresas não oferece acessibilidade e não sabem como adequar os postos de trabalho para cada tipo de deficiência”, afirma Kelli Santos Tavares, sócia-fundadora do portal DeficienteOnline.

No Brasil, segundo o Censo de 2010, são quase 46 milhões de pessoas com alguma deficiência, o que representa cerca de 24% da população. 53,8% estão desocupados ou fora do mercado de trabalho. O porcentual de trabalhadores com deficiência que trabalha por conta própria chega a quase 28% e sem carteira assinada a 22,5%. Índices maiores do que o registrado no total da população, de 20,8% e 20,6%, respectivamente.

Muitas companhias são penalizadas por não terem preenchido a cota para deficientes e alegam precariedade e carência de profissionais reabilitados ou capacitados. Essa discussão chegou à 5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP), que julgou improcedente ação pública movida pelo Ministério Público do Trabalho contra uma companhia. A empresa provou que as vagas não foram preenchidas por falta de mão de obra.

O advogado Drausio Rangel, que trabalha há mais de 50 anos no segmento de relações do trabalho, concorda com o posicionamento do órgão. “Critico o governo por não prover o país de escolas técnicas profissionalizantes específicas para os portadores de necessidades especiais.” Para ele, o papel da empresa é empregar os portadores de necessidades especiais e não serem responsáveis pela habilitação dessas pessoas.

Multas versus investimento

Para Cecília Frozza, gerente de recursos humanos da Duke Energy, realmente é difícil encontrar profissionais prontos. “Teve época que nós pagávamos multa. Aí desenvolvemos o programa ‘Portas Abertas’ para captar candidatos que tenham alguma habilidade, mais de 18 anos e estejam no início da faculdade”, explica. A empresa aloca o profissional em um setor para aprendizado, mas os encargos ficam na área de RH. Depois de dois anos, o funcionário faz uma apresentação para os líderes da área e é avaliado. Se tudo der certo, ele continua, mas sob a batuta da área fim. “A avaliação de performance é igual a de qualquer outro empregado”, afirma Cecília.

A Duke Energy investe na capacitação os funcionários e faz as adaptações necessárias para os portadores de alguma deficiência. No caso do Paulo, foi uma sofisticada lente de aumento eletrônica para uso manual, dando liberdade para leitura de documentos impressos, e um software leitor e ampliador de telas do computador, além de avaliação ergonômica da estação de trabalho. Mesmo assim a companhia continua com dificuldade para achar candidatos. “Temos uma oportunidade em aberto e estamos buscando uma pessoa com síndrome de Down”, conta Cecília.

Falta investimento do governo e vontade política em prover aos portadores de necessidades especiais uma melhor assistência social e capacitação profissional por meio de convênios com instituições idôneas, aponta o advogado Drausio Rangel. Para Paulo Henrique, as empresas precisam aprender que profissionais com deficiência não são um ônus, mas sim “um valor capitalizável como agregador de valor a marca da empresa”.

Fonte: Tuca Figueira



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