Propus-me a aprender a cada dia... Continuo um aprendiz na arte de se relacionar com o cliente. http://www.facebook.com/pages/FCOV-Assessoria-Consultoria-em-Recursos-Humanos-Ltda/275515715834101
sexta-feira, 26 de abril de 2013
No topo antes dos 40
No topo antes dos 40
Chegar
cedo ao topo da pirâmide profissional exige não apenas muito trabalho e boa
dose de sorte. Traçar um plano sólido que pressupõe algumas escolhas e outras
tantas renúncias também integra o cotidiano de quem tem pressa. O CanalRh conversou
com três profissionais que, antes dos 40 anos, conquistaram prestígio e
reconhecimento em um cenário que ainda valoriza a quilometragem rodada e alguns
cabelos brancos.
O preço
do sucesso
“Quando
criança, lembro do meu pai falar que no Brasil só havia duas profissões de futuro:
engenharia e medicina. Como nunca quis ser médica, fui ser engenheira.” Foi com
essa formação que, aos 22 anos, ainda universitária, a carioca Adriana Lima
iniciou sua carreira como estagiária na IBM, onde, após um ano, foi promovida a
analista de marketing. “Sempre quis fazer parte do mundo corporativo e, como a
engenharia possui esse viés da administração, fui alocada em marketing e me
apaixonei”, confessa.
Após
cinco anos, Adriana foi para a antiga Intelig, posteriormente adquirida pela
TIM, ocupando um posto no mesmo setor. Passados sete anos, foi promovida à
diretora de vendas. Sua proatividade e facilidade na gestão de pessoas chamaram
atenção de um antigo parceiro de trabalho, que a convidou para atuar na Telmart
Integração, que faz a convergência das áreas de Tecnologia da Informação e
Telecomunicações. Desde outubro de 2010, ela é a número um na
hierarquia e responde pela diretoria executiva da organização.
Aos 39
anos, Adriana se orgulha ao anunciar que a companhia dobrou de tamanho em dois
anos. “Quando assumi a direção, o faturamento médio era de R$ 20 milhões e
tínhamos 40 funcionários. Hoje, faturamos R$ 50 milhões e temos 120
funcionários”, afirma. O sucesso a satisfaz, mas ela não esconde os
perrengues enfrentados por causa da mudança radical na carreira. “Assumir uma
corporação e fazê-la crescer de forma veloz e planejada foi – e continua sendo
– um grande desafio.” Para chegar lá, a receita envolveu foco e estudos. “Gosto
de desenvolver pessoas e procuro me cercar de especialistas na área técnica.
Além disso, ingressei em um programa da FGV de formação de presidentes”,
revela.
Para
conseguir ascensão rápida, Adriana precisou fazer algumas escolhas difíceis.
“Não são todos os homens que sabem lidar com o sucesso das mulheres e com todas
as consequências disso. Por isso, no meio desse crescimento profissional,
divorciei-me”, revela.
Mas a
situação não a incomoda. Mãe, quando ainda ocupava uma posição júnior no
mercado, acredita que tudo tem seu preço. “Tento seguir o conselho de um antigo
diretor: ‘Quando se faz uma escolha, é melhor não olhar para o que se deixou
para trás’”, comenta.
Movido a
mudanças
A
história de Juliano Menegazzo, de 34 anos, se assemelha com a de Adriana.
Vice-presidente global de Lançamentos da Siemens Enterprise Communications,
iniciou sua carreira na empresa aos 21, como estagiário, em Curitiba.
Contratado menos de um ano depois, obteve um crescimento vertiginoso, incluindo
a transferência para São Paulo anos depois, onde exerceu tarefas de abrangência
nacional e, posteriormente, de alcance em toda a América Latina, no comando da
vice-presidência de Marketing e Pré-vendas. Há um ano ocupa a gestão do time
global para lançamentos de produtos e serviços e, hoje, vive nos Estados
Unidos. “Tive muitas oportunidades, com grande possibilidade de aprendizado”,
destaca.
Pós-graduado
em Marketing, engenheiro eletricista com ênfase em Telecomunicações e técnico
em Eletrônica, o executivo, que, ao prestar vestibular, estava na dúvida entre
engenharia ou educação física, é grato pelas oportunidades que teve, mas afirma
não planejar a carreira. “Tenho plano de cursar um MBA ou algo semelhante, mas
não tenho nenhum projeto muito estruturado”, garante, acrescentando que é feliz
no que faz hoje e que não tem grandes preocupações com o amanhã.
A leveza
com a qual Menegazzo encara a vida, todavia, não esconde os percalços superados
ao longo do caminho. Na sua primeira mudança para São Paulo, sua então esposa
permaneceu em Curitiba. A situação afetou o primeiro casamento do executivo,
que hoje vive seu segundo matrimônio.
Quando
coloca tudo na balança, Menegazzo acredita, porém, que todas as decisões
tomadas foram acertadas. “Normalmente, o cenário é bastante simples: aceitar a
mudança ou não. Como gosto muito de mudar, fica tudo mais simples”, afirma.
Passo a
passo veloz
Formado
em administração de empresas, Eduardo Seidenthal construiu uma carreira
executiva sólida e avalia como importantes cada uma das etapas que enfrentou na
formação do profissional e da pessoa que é hoje.
Aos 21,
Seidenthal iniciou a carreira como estagiário da Unilever. Um ano e meio
depois, ingressou no programa de trainee da Philip Morris, de onde saiu para
ocupar a gerência de produto da Whirlpool. Após alguns meses na companhia e
ainda sem saber muito bem o que queria para a carreira, decidiu cursar MBA em
Empreendedorismo nos Estados Unidos. Voltou ao Brasil em 2003 e foi contratado
como gerente pela Johnson & Johnson, chegando em 2007, aos 31 anos, a
diretor de Marketing para a América Latina. “Sempre tive o desejo de crescer,
ganhar mais responsabilidade e desafios. Acredito que esse tenha sido o
principal fator para meu crescimento como executivo.”
Apesar do
sucesso, o executivo percebeu que aquele não seria seu futuro. “Sabia o que não
queria, mas não tinha a mínima ideia do que desejava”, recorda-se. Passou a
investir tempo, dinheiro e energia para descobrir o que, de fato, fazia seus
olhos brilharem. Foi aí que conheceu Oscar Motomura, presidente da Amana Key,
que o convidou para trabalhar com ele.
Seidenthal
abandonou a carreira na J&J e foi ganhar menos. “Algo dentro de mim dizia
que esse era o meu caminho”, revela. Nesse tempo nasceu a ideia de fundar a
Ubuntu, uma rede colaborativa voltada ao desenvolvimento do empreendedorismo
individual, com processos de reflexão focados em indivíduos, equipes e
organizações.
Atualmente,
Seidenthal encara sua carreira como uma estrada na qual cada passo e cada
trabalho foram fundamentais para que chegasse aonde está. “Não existe maneira
melhor de descobrir seu propósito a não ser trabalhando muito e refletindo
sobre suas ações, procurando ser consistente com seus valores, com suas paixões
e com seus talentos. Esta tem sido uma jornada fascinante”, assegura.
Fonte:
Lucas Toyama e Ana Paula Martins
Número de empregados que 'demitem o patrão' dobra em 4 anos
Número de empregados que 'demitem o patrão' dobra em 4 anos
"Você
está demitido!" Quantos trabalhadores já não escutaram essa frase e
pensaram em dizer o mesmo para o seu empregador?
A lei
trabalhista brasileira permite que o trabalhador "demita" o patrão em
alguns casos: quando ele não cumprir o contrato de trabalho, deixar de pagar
salário, atrasar constantemente o recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do
Tempo de Serviço) ou até deixar de registrar o funcionário em carteira.
Terceirizados e jogadores de futebol usam rescisão
indireta para se demitir
Empresas falam em 'indústria de processos' de advogados trabalhistas
Empresas falam em 'indústria de processos' de advogados trabalhistas
É a
chamada rescisão indireta, prevista no artigo 483 da CLT (Consolidação das Leis
do Trabalho). O funcionário pede para rescindir seu contrato de trabalho sem
perder o direito a verbas rescisórias.
No
pedido de demissão "normal", sem justa causa, o trabalhador não tem
direito a receber, por exemplo, FGTS nem seguro-desemprego.
Se
comprovada falta grave da empresa, como ser ameaçado, agredido fisicamente ou
exposto a situações em que fica caracterizado o assédio moral, o empregado
também pode pedir a "demissão" indireta do patrão.
Em casos
de assédio moral --conjunto de condutas abusivas, frequentes e intencionais que
atingem a dignidade da pessoa e a humilham--, além da rescisão indireta, é
comum o pagamento de indenizações por dano moral.
O
aumento de pedidos de rescisão indireta chama a atenção de juízes, advogados e
especialistas em mercado de trabalho. Levantamento do TRT (Tribunal Regional do
Trabalho) da 2ª Região (Grande SP e Baixada Santista) mostra que o número de
ações de trabalhadores abertas para pedir a "demissão" do empregador
praticamente dobrou nos últimos quatro anos: de 19.888 em 2009 para 38.189 no
acumulado de janeiro a novembro de 2012.
"É
um estranho indicador de descumprimento da legislação", diz o advogado
trabalhista Luis Carlos Moro.
Os
pedidos de rescisão indireta no ano passado, no acumulado de janeiro a
novembro, representaram 11% do total dos processos (349.198 ações) que
ingressaram no TRT no período.
MERCADO
AQUECIDO
Um dos
motivos que podem ter contribuído para o aumento no pedido de rescisões
indiretas é o aquecimento do mercado de trabalho.
"Como
estamos próximos do pleno emprego, o trabalhador tem tolerância menor com o
desrespeito ao seu contrato de trabalho", diz o juiz Paulo Jakutis, do
TRT-SP. "Se o empregado trabalha em um ambiente de alto ruído e não recebe
protetor auricular, se está em ambiente que o coloca em situação psicológica
estressante ou se é tratado de forma rude, não está mais disposto a 'engolir
sapos'."
Com o
desemprego em queda e a maior disputa pelo trabalhador, a empresa que não
cumpre o contrato, atrasa salários ou pressiona o funcionário a cumprir metas
impossíveis é questionada.
"A
rescisão indireta é, nesse caso, uma forma de o trabalhador receber os
benefícios como se fosse demitido sem justa causa", diz o advogado
trabalhista Aparecido Inácio Ferrari de Medeiros.
DE
OLHO NOS DIREITOS
O
vigilante Paulo Eduardo Souza, 37, é um dos incluídos nessa estatística.
Para
conseguir seus direitos trabalhistas, pediu a dispensa indireta do patrão, uma
empresa terceirizada de segurança de condomínios residenciais e de hospitais.
Souza
reclama de "perseguição" pela empresa de segurança, que o transferiu
sucessivamente de local de trabalho, aumentando o tempo gasto no deslocamento
desde sua casa, com o objetivo de forçá-lo a pedir demissão.
Ele
afirma ainda que a empresa de segurança o obrigava a cumprir uma escala
inviável de trabalho, com plantão noturno até meia-noite seguido, no outro dia,
de jornada matutina a partir das 7h.
O
trabalhador também afirma que não recebia os benefícios acertados no contrato.
"Tudo começou quando apartei a briga entre dois condôminos. Um deles achou
que tomei parte do outro e reclamou para a empresa."
O caso
está na Justiça de São Paulo. A empresa em que trabalhava informa que Souza
simplesmente abandonou o trabalho no final de novembro, o que dá motivo para
demissão por justa causa.
|
Fonte: Folha de S.Paulo
|
GESTÃO DE CONHECIMENTO – VALIOSO RECURSO PARA SUA EMPRESA
GESTÃO DE CONHECIMENTO – VALIOSO RECURSO PARA SUA
EMPRESA
Com
a evolução da cultura empresarial percebe-se que cada vez mais é investido em
gestão do conhecimento. Ao longo do tempo, as empresas perceberam que não
eram apenas as máquinas de ultima geração e o investimento em tecnologia que
estavam gerando o lucro, o conhecimento e a valorização dos colaboradores
também faz parte do processo para alcançar o sucesso.
Uma recente pesquisa realizada pela
empresa britânica de consultoria e auditoria empresarial Deloitte indica que
as empresas pretendem investir 2,4% do seu lucro em benefícios para os
colaboradores. Transformando a gestão de conhecimento em um valioso recurso
estratégico para a vida das pessoas e da empresa.
Valorizar a criatividade,
conhecimento e a competência são fatores positivos e um grande diferencial
competitivo. Gerar oportunidades para os profissionais que integram a empresa
significa ainda melhorar os resultados e aumentar crescimento da mesma.
As organizações têm reconhecido que
é necessário investir neste tipo gestão para manter os colaboradores
competitivos no mercado e melhorar o seu desempenho. Mas para implantar essa
gestão de conhecimento é preciso garantir uma boa comunicação interna,
explicando a importância de cada um no contexto da empresa.
A gestão de conhecimento deve fazer
parte da cultura da organização para que os colaboradores entendam a
necessidade e a importância desse investimento. Compartilhar suas
experiências para que cheguem ao conhecimento de todos é uma forma de agregar
valor ao colaborador e a empresa.
Uma das dificuldades atualmente é
aplicar a gestão de conhecimento de forma alinhada aos negócios, é importante
se preocupar com o objetivo final e ter uma estratégia para isso.
Veja dois
tipos de conhecimento que pode ser aplicada pelo ser humano:
-
Conhecimento explícito: é facilmente adquirido por
meio da leitura de artigos e livros. É o que pode ser articulado com uma
linguagem formal. Quando falamos em funcionalidade do sistema ou de uma etapa
de um processo produtivo, tratamos do conhecimento explícito.
-Conhecimento
tácito: é
o conhecimento pessoal adquirido com a prática. Só conseguimos mostrá-lo
usando, pois é difícil ser articulado na linguagem formal.
Esses dois tipos de conhecimento,
aplicados e compartilhados na empresa, contribuem para a geração de valor e a
melhora do atendimento ao cliente. Uma vez disseminado, o conhecimento pode
ser retido por outros colaboradores gerando resultados positivos.
Fonte: Instituto Brasileiro de
Coaching
|
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)




