terça-feira, 12 de março de 2013

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

1- Pro-atividade, com capacidade de determinar resultados críticos mesmo em meio a circunstâncias desfavoráveis.

... 2- Visão, com a capacidade de redefinir com clareza resultados desejados em cada nova iniciativa, projeto, empreitada.

3- Priorização, com a capacidade de planejar atividades semanais e diárias, mantendo foco em prioridades num mundo que tende à dispersão.

4- Abundância, com inteligência interpessoal, atitude ganha-ganha, sempre levando em consideração a necessidade de articular e negociar expectativas próprias com as expectativas dos outros.

-5 Empatia, com a capacidade de compreender interlocutor em profundidade e de comunicar-se com outro de modo efetivo.

6- Sinergia, com a capacidade de trabalhar em grupo, fazendo do convívio de pontos de vista diferentes, a oportunidade para gerar inovação.

7- Renovação, com a Competência de autodesenvolvimento contínuo.
Fonte: FocoPerformance

POR QUE SUA EMPRESA DEVE ESTAR SEMPRE CONECTADA

As gafes e os erros das pequenas empresas nas redes sociais costumam repercutir negativamente e se espalhar com velocidade quase incontrolável. Um deslize e praticamente todos nas redes socia...is já estão falando sobre o seu negócio.
Para os autores Dave Gray e Thomas Vander Wal, do livro recém-lançado em português A Empresa Conectada, é hora de se mexer. “Os clientes estão se conectando e formando comunidades em rede, o que lhes permite compartilhar informações rapidamente e se organizar em poderosos grupos de interesse. As empresas terão de ser mais responsivas às necessidade e demandas dos clientes, se quiserem sobreviver”, dizem na obra.
Segundo eles, as empresas devem mudar sua forma de pensar para conseguirem se adaptar. “As empresas devem operar não como máquinas, mas como organismos que aprendem, interagindo propositadamente com seu ambiente e melhorando continuamente, com base em experimentos e feedback”, aconselham.
Aprender com as experiências do consumidor e ter um propósito ao estar conectada fazem parte da estratégia proposta na obra. “Empresas conectadas são redes que vivem dentro de outras redes. Ser eficiente em um mundo conectado em rede exige diferentes maneiras de pensar e de agir”, definem. Para não perder mais tempo, os autores dizem que o melhor momento para começar é hoje. Quanto mais rápido o empreendedor assumir a importância da conectividade, mais rápido ele aprende a lidar com isso e a se adaptar a momentos de incerteza.
Fonte: Gente & Mercado

A importância da gestão no desempenho das empresas

O clima organizacional desfavorável provoca queda na rentabilidade ou é o resultado negativo o culpado pela desmotivação dos funcionários?
Segundo uma pesquisa do Hay Group, 61% dos entrev...istados afirmam que a liderança não é próxima a eles, o que impacta negativamente a confiança nas empresas. Além disso, 54% sentem falta de planos de carreira com reflexos diretos nas percepções sobre remuneração. Os resultados não são exclusividade do setor elétrico. Segundo Volcei Marcon, diretor do Hay Group, a mineração e siderurgia passam pelo mesmo processo.

O que te Motiva?

"Poucas pessoas sabem explicar por que fazem o que fazem." Qual é sua motivação? Seus alvos estão bem definidos? Você sabe onde quer chegar e se está indo na direção certa? Uma ótima leitura e uma semana de descobertas.
C...onheça Suas Motivações

Poucas pessoas sabem explicar por que fazem o que fazem.
A base de seus porquês são os seus valores
Poucas pessoas sabem explicar claramente por que fazem o que fazem. Quando digo “por que”, não significa ganhar dinheiro, pois esse é o resultado do seu trabalho. Por que você levanta da sua cama toda manhã? Com o porquê vem a finalidade, a sua causa ou a sua crença. A base de seus porquês são os seus valores.

Saber do seu porquê não é a única maneira de ser bemsucedido, mas é o único jeito de tentar manter um sucesso duradouro. Para ter clareza de seu propósito, é necessário autoconhecimento, ter noção do impacto de seu trabalho nas pessoas e, principalmente, satisfazer-se por meio das realizações de suas obras.

O ponto de partida é ter clareza de seus valores. Eles referem-se a objetivos desejáveis, guiam nossa vida e são ordenados por importância. Quando os valores pessoais são ativados, conscientemente ou não, despertam sentimentos positivos ou negativos e, principalmente, servem como balizadores para a tomada de decisão.

Simon Sinek, um dos palestrantes mais assistidos nas conferências do TED, e autor do livro Por Quê? — Como Grandes Líderes Inspiram Ação (Editora Saraiva), acredita que, se começarmos pelas perguntas erradas, se não entendermos a causa mesmo diante das respostas certas, podemos interpretá- las de forma equivocada. No final do ano de 2013, você estará próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por dois motivos: pelos livros que você vai ler e pelas pessoas que vai conhecer. Então, invista mais tempo em relacionamentos “ao vivo” do que em “virtuais”.

E delicie-se na livraria ou na biblioteca: a informação envelhece e o conhecimento renova. Torne o aprendizado divertido. Retemos mais coisas quando a informação é apresentada de modo criativo, interativo e interessante. Desperdiçamos muito do que nossos pares têm a oferecer por não conseguirmos ver e conhecer o seu valor. Inspire as pessoas a fazer as coisas que as inspiram. E aqui vale uma dica: tenha medo...

E siga em frente! A intranquilidade, o desassossego, a agitação são muitas vezes os responsáveis pela paralisia, pela acomodação ou pela postura de vítima. Tenha consciência daquilo que gosta de fazer e fique atento às coisas que você faz muito bem. As pessoas que amam o que fazem normalmente são descritas como gente de sorte. Direcione sua energia a isso e você vai perceber que o tempo passará de modo diferente e prazeroso. Então, seja feliz em 2013! E aja como se fosse impossível fracassar!


Fonte: Paulo Campos

INOVAÇÃO PRECISA AGREGAR IDÉIAS SIMPLES A CUSTOS E QUALIDADE

Existem quatro fatores que são fundamentais para se realizar inovações, além de conhecimento do mercado e do setor em que a companhia está inserida: agilidade, descentralização, responsabilidade, quebrar paradigmas. 
Inovação e empreendedorismo são duas vertentes que caminham juntas e que se tornam cada vez mais essenciais para a continuidade e o sucesso de um negócio, ainda mais com o nível de competitividade enfrentado atualmente dentro do universo corporativo. É preciso se diferenciar e para isso a única alternativa é criar soluções, produtos, serviços, tecnologias, sistemas e até mesmo mudar modelos de gestão que sejam incapazes de atender às novas demandas, assim como o atual cenário econômico do país. O grande desafio está em agregar ideias simples e criativas a fatores essenciais como custo e qualidade.
Existem quatro fatores que são fundamentais para a inovação:
Agilidade
De nada adianta ter a ideia e demorar para implementar. Com o desenvolvimento da internet e dos novos canais de comunicação, a informação está a todo tempo ao alcance de todos. A falta de agilidade pode custar caro e sua criação tende a aparecer em algum concorrente ou ainda se transformar em uma commoditie.
Descentralização
Podemos afirmar que a arte de inovar não cabe a um único indivíduo. Engana-se quem pensa que a figura do empreendedor está intrinsecamente ligada a do executivo ou presidente da empresa. A ordem do dia é a gestão participativa. Os colaboradores de hoje devem ser tratados e se sentir como acionistas da companhia, como determinantes para seu desenvolvimento e crescimento.
Cabe ao líder incentivar, patrocinar, propiciar condições para que seus subordinados tenham prazer com seu trabalho, dar espaço para que as ideias fluam e sejam criadas, agregar pessoas, que como ele tenham atitude para encarar este desafio e viver este sonho. Não é apenas traçar estratégias e cobrar resultados.
Quebrar Paradigmas com Responsabilidade
Para quebrar paradigmas é necessário assumir riscos calculados e ter visão do que vai acontecer de fato. A inovação está carregada de incertezas. Por isso, a importância em pontos-chave como a responsabilidade e a expertise para evitar erros e fiascos. Costumo comparar a inovação a uma cirurgia plástica. Custa caro, é dolorosa no começo, a aparência fica um pouco comprometida, mas logo os resultados favoráveis aparecem e passam a ser satisfatórios.
Inovar é preciso, mas para tanto é necessário ter vontade de fazer, ter entusiasmo, sentir as oportunidades; tem que fazer a diferença, saber aproveitar as oportunidades, ser determinado, dedicado e, principalmente, ter paixão pelo que faz. O mundo corporativo e a nossa economia precisam de pessoas criativas, com espírito empreendedor e que façam a diferença.
Gestores e colaboradores que tenham na inovação uma fórmula simples para se diferenciar em um universo cada vez mais competitivo, ágil e composto por clientes e consumidores sedentos por novidades.
Fonte: Daniel Mendez

sábado, 9 de março de 2013

O RECONHECIMENTO E A MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL

Exercer um trabalho, seja qual for, é um ato digno. E se pagam por esta prestação de serviço, significa que há uma utilidade e que o trabalhador está ajudando no crescimento da organização.
Quando o trabalho é falho, há a necessidade de apontamento dos equívocos, não para constranger ou então castigar, mas sim para alertá-lo do seu erro e fazê-lo crescer profissionalmente. Da mesma maneira que há a correção, deve haver o reconhecimento quando o funcionário realiza um serviço de alta qualidade, sendo muito beneficiador para toda a companhia.
Este reconhecimento está diretamente atrelado a um trabalho de motivação, pois com isto o profissional se sente mais valorizado, capaz e estimulado para realizar seus deveres de um modo melhor.
O reconhecimento profissional
Reconhecer que o profissional está fazendo um serviço mais que satisfatório é essencial no crescimento profissional dele, o que está ligado também ao crescimento da empresa.
Um chefe que vê os acertos do seu funcionário e os reconhece, não só motiva ainda mais o seu colaborador como faz com que outros se disponham a realizar de forma mais dedicada o seu dever, em busca também deste reconhecimento.
É algo ligado diretamente ao fator psicológico do ser humano, relacionado à satisfação que todos nós sentimos quando somos reconhecidos. É algo que buscamos, inconscientemente ou não, e quando conseguimos, nos sentimos como se fôssemos capazes de realizar tudo aquilo que planejamos e desejamos.
Então, quando há esse sentimento dentro de toda uma equipe, existe a grande possibilidade de um crescimento geral. Pois o clima do ambiente será outro, não será opressivo e estará propício para a realização das tarefas.
Motivação profissional
Com estes ingredientes citados, o setor de RH da empresa pode fazer uma transformação para melhor, motivando ainda mais os profissionais a se engajarem no seu trabalho e então receberem os benefícios de um reconhecimento.
Há a possibilidade de criar um clima de competição, o que pode gerar excelentes resultados, mas pode pouco a pouco destruir o relacionamento entre os funcionários.Uma boa alternativa é a criação de um trabalho em conjunto, implantar o pensamento de que eles chegarão mais longe juntos e de que tudo ali é para o crescimento da empresa como um todo.
Porém, todo este trabalho de motivação deve ser feito acompanhado de um estudo de cada colaborador envolvido. Não é um trabalho que pode ser considerado único ou generalizado, é algo pessoal. Pois cada pessoa tem as suas necessidades, desejos e sonhos, e isso deve ser considerado na hora de motivar.
Manter uma empresa motivada aumenta consideravelmente as possibilidades de crescimento, porque há um envolvimento maior dos profissionais e há algo recompensador para eles.
Esta recompensa será o reconhecimento, seja na forma de exaltação ou também de remuneração, de acordo com as necessidades e desejos de cada um.
São dois atos que estão ligados um ao outro e assim se completam, dando uma oportunidade para a empresa preencher uma lacuna esquecida e que poderia ser o motivo para ainda não ter deslanchado.
São atos que recompensam de forma profissional e não menos de forma pessoal. São atos que todo ser humano precisa.
FONTE: Instituto Brasileiro de Coaching

Empregabilidade. Como está a sua?

Especialista diz que a empregabilidade também está ligada à mudança de comportamentos

A busca por melhores salários e pelo emprego dos sonhos é uma corrida que o indivíduo faz e que tem como seus principais obstáculos: a falta de habilidades, ausência de competências e a baixa adaptabilidade aos ambientes. Sem esses elementos fica complicado o alcance das metas profissionais, pois o mercado de trabalho não oferece boas oportunidades para quem não se capacita ou quem não procura, de alguma maneira, se aprimorar.

Já fui questionado, algumas vezes, por pessoas que reclamam do seu atual emprego e da baixa remuneração recebida. Sempre faço as mesmas perguntas: se você pedir demissão, consegue um emprego melhor? O mercado te absorve com uma remuneração maior? Quais são os seus diferenciais competitivos? O que te destaca diante dos outros? E, normalmente, as respostas não saem...
Em muitos casos, percebe-se que as pessoas perdem muito tempo com afazeres que não as levarão a lugar algum. Preferem ficar horas na internet conversando, jogando, ou nas redes sociais criticando ou elogiando fotos e fatos dos outros, ao invés de procurar realizar um curso à distancia ou ler materiais que abordam temas que podem aumentar os seus conhecimentos ou, até mesmo, redirecioná-las na sua carreira profissional. Argumentam que não possuem recursos financeiros para investir em capacitação mas não acessam sites que oferecem cursos gratuitos e não buscam conhecimentos em páginas virtuais que falam de mercado, organizações e profissões.

Quando aluno nas faculdades, eu tive alguns colegas que, simplesmente, estavam na sala de aula para ter o diploma e, de maneira bem emocionada, fazer o juramento na colação de grau, mas o conhecimento adquirido não foi o suficiente para mudar as suas vidas profissionais; continuam no mesmo local, e outros, não estão atuando em áreas que justifiquem o tal diploma conquistado.

Ferramentas de avaliação
Sempre sugiro para os profissionais, que participam dos meus treinamentos, a utilizar a matriz SWOT ou FOFA (fortalezas, oportunidades, fraquezas e ameaças) como ferramenta de autoavaliação. Essa ferramenta foi criada pelos professores Roland Christensen e Kenneth Andrews e é muito utilizada, principalmente, para analisar o cenário interno e externo das organizações, durante o seu planejamento de marketing, ou sempre que se julgar necessário fazer essa avaliação organizacional.

Então, vamos ver como a matriz FOFA pode lhe ajudar na mensuração do seu grau de empregabilidade. Primeiro você tem que saber quais são as suas fortalezas, ou seja, seus pontos fortes, tudo aquilo que te favorece no campo profissional, onde podemos citar como exemplos o domínio de idiomas, certificações – não somente ter o “canudo”- habilidades, liderança, relacionamento interpessoal, trabalho em equipe e outros. Com base nas suas fortalezas, procure enxergar quais são as oportunidades que o mercado está ofertando e que se encaixam no seu perfil ou que exigem os elementos que você possui. Estas duas ações são fáceis de fazer, pois já nascemos “otimistas” em relação à nossa própria imagem, mas não deixe que isso eleve seu ego, fazendo com que você se enxergue o “espadachim” do pedaço. Seja sincero consigo mesmo!
"Procure trabalhar pontualmente cada deficiência sua para que elas te atrapalhem cada vez menos"

Agora vem o lado - não digo ruim -  mas complexo! Você terá que falar das suas fraquezas. Levante suas deficiências e os pontos que te geram críticas negativas, como uma escrita incorreta segundo a norma culta, falta de conhecimentos ligados à sua área de atuação, a falta de uma graduação ou de uma pós, preguiça para ler, desorganização, indisponibilidade de tempo para sua capacitação, falta de adaptabilidade, dificuldade em lidar com obstáculos não esperados e outras negatividades que podem te depreciar diante do mercado. Procure trabalhar pontualmente cada deficiência sua para que elas te atrapalhem cada vez menos, até serem sanadas ou controladas. E por fim, perceba  as ameaças que te rodeiam. Essas ameaças podem ser reconhecidas como a possível extinção de um cargo que você assume, a exigência de uma habilidade ou um curso que não possui para continuar no emprego, o surgimento de novas tecnologias ou, até mesmo, evolução profissional de seus colegas e conhecidos, pois boa parte deles se tornarão seus concorrentes e podem diminuir suas chances.

Com o conhecimento de seus pontos fortes e das suas fraquezas e com a identificação das oportunidades e ameaças que o mercado está ofertando, você poderá responder à primeira pergunta que faço aos que reclamam da sua vida profissional e poderá compor um plano de ação voltado para a alavancagem do seu grau de empregabilidade.
Fonte: ValoRH